Redes que acompanham o varejo. Ou redes que travam o varejo.
O varejo não para.
Transações acontecem a todo momento. Sistemas de gestão rodam em paralelo entre unidades. Equipes se comunicam de uma loja para outra. Clientes esperam Wi-Fi funcionando no piso de loja. E por trás de tudo isso existe uma estrutura que ninguém vê — mas todo mundo sente quando falha.
A rede.
O Grupo Lins Ferrão — sete décadas construindo varejo no Sul do Brasil
Fundado em 1955 em Porto Alegre, o Grupo Lins Ferrão é um dos grupos varejistas mais tradicionais e relevantes do Rio Grande do Sul. Com quase 70 anos de operação, o grupo construiu duas das marcas mais reconhecidas do varejo gaúcho: a Lojas Pompéia, referência em moda feminina, e a Gang, consolidada no segmento jovem.
São dezenas de unidades distribuídas em Porto Alegre, Camaquã e outras praças do estado — com equipes, sistemas e operações que precisam funcionar de forma integrada, independentemente de qual loja o cliente entre ou de qual unidade o gestor esteja acessando.
Uma operação com essa escala, essa história e esse ritmo não aceita rede que limite o negócio.
O problema que escala com o negócio
Redes varejistas crescem. Abrem novas unidades. Integram novos sistemas. Aumentam o volume de transações e dispositivos.
A infraestrutura de TI precisa acompanhar esse ritmo — ou vira gargalo.
Quem trabalha com integração e projetos de conectividade em redes de varejo conhece o cenário: sistemas corporativos lentos entre unidades, Wi-Fi que não suporta a demanda do piso de loja, infraestrutura sem padronização que cresceu sem planejamento, sem visibilidade centralizada, difícil de gerenciar e ainda mais difícil de escalar.
Quando a rede não está à altura da operação, o impacto aparece direto no negócio.
Uma parceria construída ao longo do tempo
A 4EX Solutions não chegou ao Grupo Lins Ferrão como mais um fornecedor. Chegou como parceiro técnico de longa data — uma relação construída em projetos anteriores, com histórico de entrega e confiança acumulada ao longo do tempo.
É esse tipo de parceria que muda a natureza de um projeto. Quando o integrador já conhece a operação do cliente, e o distribuidor já conhece o integrador, as decisões técnicas ficam mais precisas — e a execução, mais segura.
O que foi feito
O projeto modernizou a infraestrutura de conectividade do grupo em três frentes simultâneas:
Rede corporativa com tecnologia POL Passive Optical LAN — infraestrutura projetada para suportar alta demanda com menor complexidade física. Menos equipamentos ativos distribuídos, mais facilidade de expansão e gestão centralizada entre unidades. Para um grupo com dezenas de lojas, isso significa crescer sem acumular complexidade.
Wi-Fi de alto desempenho Cobertura estruturada para o ambiente de varejo: piso de loja, áreas administrativas e backoffice — com estabilidade para múltiplos dispositivos simultâneos e demanda variável por horário e sazonalidade. O tipo de Wi-Fi que o cliente usa sem perceber, porque simplesmente funciona.
Padronização de licenças Microsoft Todas as unidades passaram a operar com o mesmo padrão de ferramentas — viabilizando gestão centralizada, colaboração entre lojas e eliminando as inconsistências operacionais que se acumulam quando cada unidade evolui de forma independente.
Por que isso importa para integradores
Varejo tem características que tornam cada projeto diferente de um escritório corporativo convencional: alta rotatividade de dispositivos, demanda variável, múltiplas unidades que precisam operar com o mesmo padrão, sistemas que não toleram downtime e um cliente que mede resultado em vendas — não em uptime.
A complexidade não está só na tecnologia. Está em entender o negócio antes de desenhar a rede.
Uma arquitetura bem projetada considera tudo isso. E entrega uma rede que sustenta a operação nos próximos anos — não uma que já nasce defasada.
O papel da 4EX
A 4EX Solutions não entra em projetos só como fornecedora de equipamentos. Do desenho da arquitetura à escolha das soluções, a atuação é técnica e próxima — e no caso do Grupo Lins Ferrão, é uma atuação construída ao longo de múltiplos projetos e anos de parceria.
Para integradores e empresas de tecnologia, isso significa ter uma distribuidora que já conhece o terreno, que ajuda a especificar antes de fechar pedido e que permanece acessível quando o campo apresenta algo fora do planejado.
Uma pergunta para quem projeta redes corporativas
A infraestrutura do seu cliente no varejo está dimensionada para a operação atual — ou para o que o negócio vai exigir nos próximos anos?
